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terça-feira, 2 de agosto de 2011

O atendimento do @estadao é um lixo

Vários anúncios anteriores diziam que na edição de 31/07 do jornal o Estado de S. Paulo viria com um álbum de figurinhas do Campeonato Brasileiro.


Fiquei no aguardo e não recebi o "presente" - destinado aos assinantes e a quem comprasse o jornal nas bancas. Estou no 4º mês de assinatura do jornal depois de ter cancelado a Folha de S. Paulo por uma série de problemas com o atendimento também.


Segunda-feira pela manhã, liguei para o setor de atendimento ao assinante. Depois de 4 tentativas, 40 minutos e muita paciência, expliquei a situação ao atendente. A moça me garantiu que "no prazo máximo de 3 horas" o álbum estaria em casa. Esperei em vão.


Às 17h liguei novamente, depois de 30 minutos na espera o atendente registrou meu pedido e afirmou que o álbum seria entregue com o jornal pela manhã. Disse que caso não chegasse, eu deveria entrar em contato para que uma punição fosse aplicada à distribuidora, responsável pela não-entrega.


Hoje, pela manhã, não havia álbum, apenas o jornal. Entrei novamente em contato com a Central do Atendimento ao Assinante - sim, o trouxa que paga R$ 69,90 por mês para ter o periódico em mãos. Após 15 minutos de espera, o rapaz me informou que até o final do dia o álbum da Panini seria entregue e registrou minha reclamação.


Como o álbum não chegou até agora pouco, liguei novamente.


Sabe o que me informou a moça que me atendeu após 20 minutos?


"Não há mais desse álbum para ser reposto".


Aí fiquei doido da vida. Esbravejei, xinguei e já deixei claro que não renovarei a assinatura do tal jornal.


Oras, você paga uma quantia absurda de R$ 69,90 por mês para ter um atendimento lixo como esse. É absurdo!


E vejam: é apenas uma droga de álbum de figurinhas. A gente percebe como quem se compromete a assinar e pagar pelos serviços vale para essas grandes corporações.


Somos apenas um número. E não ouse reclamar.


Qual jornal me resta agora para assinar e depois sofrer com péssimo atendimento?

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

"Caos aéreo" em compra online

Não é por conta da neve. Pode ser por falta de infraestrutura. Aeroportos? Não. Serviço de entrega das Lojas Americanas. A comparação, talvez exagerada, reflete a indignação da qual sou vítima. Um produto pedido em 13 de dezembro, e cujo prazo de entrega era de 3 dias úteis, até agora se encontra na transportadora. O valor pago não tardou a ser autorizado e embolsado, já a encomenda...


Fiz duas reclamações por telefone - aproximadamente 16 minutos em cada para ser atendido além do aviso dado no início: "Prezado cliente, em razão de problema operacional, seu pedido poderá sofrer atraso na entrega (...)". Consegui ser atendido apenas no número de televendas, que assim como o de SAC, deu sinal de ocupado inúmeras vezes.




[caption id="attachment_959" align="alignright" width="989" caption="A discrepância entre a rapidez para embolsar o dinheiro e realizar a entrega. "][/caption]

As atendentes dizem não saber do motivo do atraso e que as Americanas estão trabalhando para apurar e resolver o problema (meu palpite é: muitos pedidos e pouca competência para arcar com a leva de encomendas - uma espécie de overbook de compras online. Enquanto isso, a gente ri ou chora? A decisão fica a cargo das suas inclinações emotivas e filosóficas sobre a época natalina e a "bondade no coração". Um feliz Natal às Americanas.com e a você, trouxa, que comprou lá.

domingo, 7 de novembro de 2010

As trapalhadas da Folha de S. Paulo

As trapalhadas desse jornal não se resumem a apenas brigar com fatos e informações, mas aos péssimos atendimento e distribuição. Hoje, definitivamente, decidi não mais renovar minha assinatura do jornal Folha de S. Paulo.


Nos últimos tempos me entregaram jornal amassado, molhado, rasgado e tiveram a pachorra de me mandar um jornal do dia anterior! Sim, na terça-feira, recebi o jornal de segunda! Jornal do futuro ou do passado?


Nessa bela manhã de domingo de deparo com uma primeira página rasgada. Fiz minha milésima reclamação e a atendente, em um tom de arrogância, me disse:


- É o direito que o senhor tem. Cancele.


Por isso, tenho o direito de pedir que aqueles que forem assinar um jornal não assinem o tal jornal do futuro, "plural e apartidário".


Claro, sugiro a assinatura àqueles que tenham cachorro, porque, nesse caso, nunca falta utilidade para esse tipo de papel...


E por falar em absurdo...